quarta-feira, 1 de maio de 2013

GUANTANAMO: ALIMENTAÇÃO FORÇADA AOS PRESOS EM GREVE DE FOME O MESMO QUE TORTURA


ALIMENTAÇÃO FORÇADA, DOLOROSA E BRUTAL: EQUIVALE A TORTURA

Web Guerillero
O programa de alimentação forçada de Guantánamo é a resposta dada pelas autoridades as greves de fome, tanto individuais como coletivas, aos prisioneiros que se encontram nos campos de concentração de Guantánamo.

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Em 2005, o capitão John Edmonson, o então médico chefe da base estadunidense afirmou que a alimentação forçada por via nasal seria o ultimo recurso a ser utilizado em caso de falha ao acompanhamento dos detentos e quanto o índice da massa corporal chegar a cair a níveis abaixo do saudável.
Segundo Edmonson, os detentos geralmente cooperam e seria desnecessário atar os prisioneiros para alimenta-los. Segundo as mesmas declarações os prisioneiros receberiam apenas 1.500 calorias por dia.

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Segundo a Anistia Internacional, relatores dos Direitos Humanos da ONU, exprisioneiros de guantanamo e representantes dos prisioneiros,  os presos em greve de fome são ameaçados com grandes períodos de isolamento, se impõem procedimentos de alimentção dolorosa através de tubos nasais que são introduzidos e retirados de forma brutal, se efetua uma alimentação excessiva como medida repressiva, onde se constatam casos de hemorragias em conseqüência do procedimento. Também  são realizadas detenções em camas e em selas especiais, onde os prisioneiros tem os pés, mãos, tronco e rosto fortemente atados como procediemento coercitivo e como forma de ameaça através da dor que resulta.

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Advogados de um dos detentos que participou das greves de fome de Guantánamo (Abdul Salam Al-Shehri) declarou que seu cliente está com dificuldades na fala em concequencia  das lesões provocadas pelos procedimentos de alimentação forçada. (Continua aqui...)

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