ALIMENTAÇÃO FORÇADA, DOLOROSA E BRUTAL: EQUIVALE A TORTURA
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O programa de alimentação forçada de Guantánamo é a resposta
dada pelas autoridades as greves de fome, tanto individuais como coletivas, aos
prisioneiros que se encontram nos campos de concentração de Guantánamo.

Em 2005, o capitão John Edmonson, o então médico chefe da
base estadunidense afirmou que a alimentação forçada por via nasal seria o
ultimo recurso a ser utilizado em caso de falha ao acompanhamento dos detentos
e quanto o índice da massa corporal chegar a cair a níveis abaixo do saudável.
Segundo Edmonson, os detentos geralmente cooperam e seria
desnecessário atar os prisioneiros para alimenta-los. Segundo as mesmas
declarações os prisioneiros receberiam apenas 1.500 calorias por dia.

Segundo a Anistia Internacional, relatores dos Direitos
Humanos da ONU, exprisioneiros de guantanamo e representantes dos prisioneiros, os presos em greve de fome são ameaçados com
grandes períodos de isolamento, se impõem procedimentos de alimentção dolorosa
através de tubos nasais que são introduzidos e retirados de forma brutal, se
efetua uma alimentação excessiva como medida repressiva, onde se constatam
casos de hemorragias em conseqüência do procedimento. Também são realizadas detenções em camas e em selas
especiais, onde os prisioneiros tem os pés, mãos, tronco e rosto fortemente
atados como procediemento coercitivo e como forma de ameaça através da dor que
resulta.

Advogados de um dos detentos que participou das greves de
fome de Guantánamo (Abdul Salam Al-Shehri) declarou que seu cliente está com
dificuldades na fala em concequencia das
lesões provocadas pelos procedimentos de alimentação forçada. (Continua aqui...)

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